dezembro 06, 2009

Lembrei-me de te dizer...

- que gosto muito de ti. aliás, que te amo. Que te amo muito
- que me pregaste um susto dos valentes
- que não quero nunca ficar sem ti
- que és o nosso pilar
- que sem ti poucas coisas faríam sentido
- que és, para muitos e muitas, uma gande mulher. Para nós uma grande mulher e também um grande homem.
- que és insubstituível
- que és a minha pitufa favorita. Mesmo quando ressonas ao meu lado...
- que tenho saudades tuas e que quero, muitaaas vezes, ter-te por perto
- que te vou criar uma farmville para que não interfiras na minha
- que não vou nunca ter armas, argumentos, forças, vontades, etc etc etc, como tu tens e desde sempre tiveste
- que te desejo uma vida cheia de coisas boas
- que espero que todos os teus desejos se realizem
- que te quero por cá mais vezes
- que és a TU a real MELHOR MÃE DO MUNDO e que te amo de paixão

Passeio ao Pulo do Lobo


Como fã e assídua frequentadora do Pulo do Lobo, resolvi escrever algo sobre o mesmo. Não, não vou falar-vos das iguarias que me fazem deliciar. Desta vez vou falar-vos do real Pulo do Lobo. Porque não só os morfes me fazem feliz.
Saio do Baleizão - essa béla localidade - de máquina em punho e...bora lá...
A gripe apoderou-se de mim mas, entre uma fungadela e uma assoadela, lá me faço à estrada.
Não é a primeira vez que aqui venho. Não será, certamente, a última.
Aqui respira-se liberdade! Preciso de respirar e o caso não está muito facilitado. Nem ò toque de vibrocil isto se processa da melhor maneira...
Vamos lá, então...

O Pulo do Lobo é o mais fantástico acidente geomorfológico do Alentejo. Para o compreendermos temos que recuar até à última glaciação - glaciação de Wurm - que, na sua fase final, ocasionou uma descida do nível das águas do mar.
Nesses tempos longínquos, na foz do rio que hoje chamamos de Guadiana, ter-se-à formado uma queda que, fruto de uma onda de erosão regressiva, foi avançando lentamente para montante, cavando um leito novo no interior do antigo leito do rio.
A partir de um determinado momento o processo parou, fruto de um encontro com uma rocha mais dura - os grauvaques do Pulo do Lobo.

O que nos é dado a observar é, pois, muito mais do que uma passagem vertiginosa do rio entre margens rochosas - subitamente tão estreitas que estariam ao alcance de um "pulo" -, e a sua espectacular precipitação numa queda de quase 14m sobre o sereno Pego dos Sáveis.

O Pulo do Lobo tem acesso sinalizado pela margem esquerda, na Estrada Mértola-Serpa, junto à Povoação de Vale do Poço; e pela margem direita, na Estrada Mértola-Beja, a partir de Corte Gafo.

Para mim, a mais espectacular das vistas é a da margem esquerda. No entanto, é no lado oposto que melhor se pode observar a queda de água.

Local de lendas e estórias de contrabando, o Pulo do Lobo é um dos mais bonitos locais do Vale do Guadiana.